segunda-feira, 27 de junho de 2011

Servidores da Saúde entram em greve no Distrito Federal




A população do DF está sem atendimento médico desde às 9h desta segunda-feira (27).O governador Agnelo disse que a saúde seria prioridade em seu governo,se a prioridade está assim imaginem as outras aéreas...Onde está o respeito pela população mais carente ?????

domingo, 26 de junho de 2011

Herdeiro do caos, Agnelo é nova praga

Dilma está cansada de ouvir governador falar em herança maldita para tentar justificar o fracasso da sua administração. O passado dele é dos mais nebulosos; e o futuro, incerto


A presidente Dilma tem se mostrado preocupada, nos seus conselhos internos, com a situação do governador Agnelo Queiroz.

É que ele não conseguiu impor uma dinâmica à máquina do governo do Distrito Federal capaz de romper a barreira do convencionalismo.

Caminhamos para seis meses e nada aconteceu de prático. Até hoje invoca-se a herança maldita dos governos anteriores.

A fórmula da coligação PT-PMDB no poder tem sido uma equação insolúvel. Um desconfia do outro, fiscaliza o outro e amarra o outro. É um micricismo perverso, o mesmo que atrapalha Dilma na esfera federal.

Só que no Distrito Federal existe o agravante do governo Agnelo ser o herdeiro da Operação Caixa de Pandora, que foi o maior corte de épocas na história de 50 anos da capital da República.

Teria sido um corte benfazejo se a corrupção não estivesse tão entranhada nas veias respiratórias de Brasília, a ponto de não permtir-lhe transpor o impacto sobre o organismo administrativo, econômico, politico e social do DF.

Não foi uma chaga. Foi ma praga que se abateu sobre a cidade.

Agnelo contribuiu com o torpor, ajuntando aversão à liderança e inapetência de gestão. Nada foi executado de útil e de novo para a cidade em quase seis meses de governo. Obras, ainda as de José Roberto Arruda, o patético ex-governador.

Atualmente temos um governo pífio, com um governador amedrontado, sem carisma, com medo das sombras (e ponha-se sombra nisso) de seu passado. Presente nebuloso, futuro incerto.

Ele deve temer mesmo. E reunir explicações convicentes para quando a presidente convocá-lo. Dilma tem ouvido de seus ministros, como o da Saúde, reticências quanto às parcerias federais com o GDF. Nada anda.

Fonte: Leonardo Mota Neto (www.cartapolis.com.br)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

PSDB completa 23 anos com orgulho do passado e modelo de gestão eficiente


Ao completar 23 anos de fundação neste sábado (25), com amplo legado de conquistas à população brasileira, o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) continua carregando o lema usado no seu manifesto de criação, em 25 de junho de 1988: “Longe das benesses oficiais, mas perto do pulsar das ruas, nasce o novo partido”.

Foi com essa perspectiva que a legenda deixou de herança a implantação do Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), permitindo, juntamente com outras medidas, a estabilização da economia brasileira.

Ao comentarem a passagem da data, deputados tucanos reafirmaram o compromisso da legenda com a população e destacaram o legado deixado pelo PSDB ao longo de pouco mais de duas décadas.  “É um partido jovem, mas com uma história muito rica. Tem uma extensa folha de serviços prestados ao Brasil  impossível ser apagada, ignorada ou desprezada”, declarou João Campos (GO). “Foi a sigla que mais fez por esta nação. Sob iniciativa do PSDB, conseguimos controlar a inflação a partir do Plano Real, instituído pelo ex-ministro da Fazenda Fernando Henrique Cardoso, no governo Itamar”, avaliou.

O ponto inicial para as grandes conquistas, segundo o deputado, é o compromisso com a democracia. Prova do sucesso, atualmente a sigla conta com oito governadores distribuídos nos estados de Alagoas, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Roraima, São Paulo e Tocantins, além de 11 senadores e 53 deputados federais.

Na opinião de Domingos Sávio (MG), é evidente a herança positiva deixada ao país. “O PSDB tem uma contribuição importante, não só governando em importantes cidades, mas sendo um contraponto, fazendo uma oposição séria e alertando o país sobre desmandos e uma tendência autoritária do atual governo”, ressaltou.

O deputado Raimundo Gomes de Matos (CE) acrescenta que a legenda tem uma relação de proximidade com a sociedade. “São poucos os partidos no Brasil que completam essa idade com tamanha história de serviços prestados à nação. E são poucos os que têm acima de tudo essa credibilidade em qualquer recanto do país para apresentar o que fez e continua fazendo”.

Veja abaixo declarações de deputados alusivas à data:

“Estou muito feliz com o aniversário do PSDB, que está estruturado e consistente. E realmente tem posição ideológica do nosso país. Estou satisfeito com a orientação nacional do presidente Sérgio Guerra em criar o PSDB segurança. Uma secretaria nacional que vai realmente debater o assunto com seriedade.”Deputado Fernando Francischini (PR)

“O PSDB vem contribuindo com a história de sucesso do nosso país, sobretudo com o equilíbrio do setor econômico. O Brasil avançou significativamente em todos os níveis por conta do trabalho que foi realizado. Trata-se da contribuição do Partido da Social Democracia Brasileira.”Deputado Romero Rodrigues (PB)

“É um partido que fez bem ao país. Antes, a inflação corroía o salário dos brasileiros e impedia qualquer compra a crédito e um planejamento empresarial. Hoje, temos uma inflação civilizada, uma inflação que ronda em torno de 0,5% ao mês na média. Este é um ganho que começa aí com o governo do PSDB”.Deputado Antonio Carlos Mendes Thame (SP)

Fonte:Blog do PSDB

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Aécio volta a defender acordo sobre MPs


Para senador, com a nova polêmica sobre gastos da Copa, é preciso regras mais rígidas para MPs

Nova polêmica envolvendo medidas provisórias (MPs) editadas pelo governo federal, dessa vez a MP 527 que estabelece sigilo sobre as obras da Copa do Mundo, fortaleceu o debate em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 11, que altera a tramitação no Congresso das MPs. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), relator da matéria, defende que um novo acordo seja celebrado no Senado para assegurar regras mais rígidas para as MPs, evitando o uso abusivo deste recurso pelo governo.

“A MP deve ser exceção, não regra. Todos os órgãos do governo quando querem promover alguma alteração que necessite de lei, agora pedem a edição de uma MP. É um desrespeito ao Parlamento, uma usurpação ao trabalho de legislar que foi nos delegado nas urnas pela população brasileira”, defendeu o senador Aécio Neves durante as negociações na CCJ.

Na nova MP aprovada com o voto de 272 deputados da base de apoio, o governo federal voltou a usar o recurso de tratar de temas diferentes numa mesma medida. O artigo que permitirá manter sob sigilo dados e informações sobre as licitações e os gastos com as obras da Copa foi incluído numa MP que tratava originalmente da criação de uma secretaria de aviação civil.

O artifício chamado de “contrabando parlamentar” é vetado pelo substitutivo do senador Aécio Neves, aprovado por unanimidade pelos senadores que integram a Comissão de Constituição e Justiça. A nova proposta estabelece que uma MP trate apenas de um único tema ou de questões que sejam relacionadas a ele diretamente.

No relatório, foram aprovadas outras restrições ao uso das MPs pelo governo. Para serem aceitas pelo Congresso, elas deverão cumprir as exigências de urgência e relevância previstas na Constituição. Essa análise caberia a uma comissão formada por deputados e senadores, resgatando a função do Legislativo. Se não for aceita pela comissão, a MP passará a tramitar como um projeto de lei em regime de urgência.

Assessoria de Comunicação da Liderança do PSDB no Senado

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Ingerência política leva a Petrobras a rumos incertos

No fundo do poço

A Petrobras está num mato sem cachorro. Apesar de não estar conseguindo dar conta de seus investimentos em petróleo, a terceira maior companhia de energia do mundo acaba de ganhar uma nova incumbência do governo federal: assegurar a expansão da produção de etanol do país. Com rumos tão incertos, a empresa corre risco de ir ao fundo do poço.

O governo decidiu exigir que a Petrobras eleve sua participação no mercado nacional de etanol dos atuais 5% para 12%. O objetivo, segundo O Globo, é “evitar a falta de álcool combustível e a consequente disparada de preços no período da entressafra da cana a partir de 2012”.

A estatal será forçada a construir novas usinas, contando com financiamentos generosos do BNDES, que cobrirão também a formação de canaviais e a ampliação da estocagem. Da operação, resultará uma forte intervenção do Estado em mais um mercado até aqui predominantemente privado.

De sua parte, a Petrobras irá se desviar ainda mais do seu principal e mais caro objetivo: desenvolver a exploração de petróleo das reservas do pré-sal e expandir a capacidade de refino no país, estagnada ao longo de anos. “Não é algo barato. Mas como é de interesse do povo, não se deve medir esforços”, justificou o ministro Edison Lobão. Quem pagará a conta?

A decisão de forçar a Petrobras a entrar com ímpeto no mercado de etanol vem no mesmo momento em que o governo federal, acionista majoritário da empresa, exige cortes no plano de negócios da companhia até 2014.

O valor já decresceu de US$ 260 bilhões para os atuais US$ 224 bilhões, mas ainda não se chegou a um denominador comum. Na sexta-feira passada, o conselho de administração da empresa exigiu novos ajustes. A orientação é ser “mais realista”. Como tocar os 681 projetos que a Petrobras tem em carteira, ninguém diz.

As incertezas decorrentes da forte ingerência do governo na empresa já têm custado caro à Petrobras e a seus acionistas. A companhia está hoje na contramão de suas congêneres globais.

Desde o início de novembro de 2010, quando o preço do petróleo voltou a subir, as ações das principais empresas de energia da América do Norte registram alta de 21,4%. Já os papéis da Petrobras negociados nos EUA tiveram queda de 1,4%, mostrou a Folha de S.Paulo no sábado.
Em moeda sonante, desde fins de 2010 a Petrobras perdeu R$ 60 bilhões de valor de mercado.

Equivale à metade do que foi arrecadado no processo de capitalização concluído em setembro passado. A operação resultou num forte aumento da participação da União no capital da companhia: de 39,8% para 48,3%. Desde então, a petroleira só afundou.

Um de seus principais problemas é não poder reajustar os preços dos combustíveis que comercializa. A gasolina vendida hoje no Brasil tem valor 18% inferior ao praticado nos EUA. Na semana passada, a empresa pediu um reajuste de 10% ao governo, que seria contrabalançado por uma redução na Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). A Fazenda não topou.

A manipulação dos preços dos combustíveis, decorrente do monopólio no refino e da predominância da BR Distribuidora no varejo, distorce o mercado e é, inclusive, apontada como uma das principais razões para a falta de investimento privado na expansão do etanol.

“O setor tem dificuldade de investir em plantas dedicadas a etanol pela grande incerteza quanto à evolução do preço da gasolina, administrado pela Petrobras e mantido no mesmo patamar desde 2005. (…) O investidor teme a falta de regras claras que permitam a convivência e a competição entre dois mercados com estruturas distintas – o de etanol, pulverizado e competitivo, e o da gasolina, um quase monopólio”, escreveu Marcos Sawaya Jank, presidente da Unica.

O setor de etanol necessita, de fato, se expandir. Precisará de R$ 80 bilhões em investimentos nos próximos dez anos para atender à demanda. Isso significa 133 usinas, ou 15 unidades por ano, o triplo da média prevista para 2011. A área plantada com canaviais também teria de ser duplicada, para 18 milhões de hectares.

Nada indica, porém, que o ingresso de uma empresa com a força da Petrobras seja capaz de impulsionar os investimentos privados na produção de etanol. O mais provável é que as distorções que já se fazem sentir no setor de combustíveis fósseis migrem para o dos renováveis.

O pior é o que pode ocorrer com a Petrobras, onde centenas de milhares de trabalhadores investiram seu FGTS. A empresa tornou-se um joguete nas mãos do interesse político do governo federal; hoje, o que menos interessa na companhia é gerar resultados. A continuar assim, será difícil a Petrobras cumprir as missões que o acionista espera dela. O futuro mostra-se escuro como petróleo e não cristalino como álcool.

 Fonte: ITV – Carta de Formulação e Mobilização Política Nº 262

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Denúncias contra Agnelo

O inferno astral do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), parece não ter fim e, na semana passada, chegou ao Congresso Nacional.

O senador Demóstenes Torres (DEM) apresentou requerimento na comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, para que o governador explique a doação de R$ 300 mil que recebeu para sua campanha eleitoral da M.Brasil. No requerimento, o senador informa que, em 2009, Agnelo, então diretor da Anvisa, renovou a autorização especial para a empresa de medicamentos, o que estava vedado pela Anvisa desde 2008.

 No DF, a situação de Agnelo se complica a cada dia. Além das críticas em relação à administração, que não anda, e às promessas de campanha não cumpridas, o governador enfrenta agora denúncias de corrupção. A cidade vive uma grande expectativa em relação à divulgação de um vídeo que estaria em poder do Ministério Público Federal no qual o ex-presidente do PHS Oscar Silva recebe do governador R$ 500 mil referente à compra de apoio do partido em 2011. No vídeo, Agnelo estaria acompanhado de Tadeu Felipelli (PMDB). O governador também estaria sendo investigado pela 10ª Vara da Justiça Federal por pagamento de propina durante a campanha. Em Brasília, aumentam os rumores sobre a cassação ou renúncia de Agnelo Queiroz.

Fonte: Jornal Opção

domingo, 19 de junho de 2011

PSDB faz homenagem a FHC por seus 80 anos






Partido promove evento dia 30, no Senado Federal, a partir das 9h

No próximo dia 30, a Comissão Executiva Nacional do PSDB  promoverá, em Brasília, uma homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pelos seus 80 anos. A partir das 9h, são esperados ex-ministros dos seus dois governos, antigos e atuais governadores de diferentes partidos, além de embaixadores e servidores do seu governo, no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. Na ocasião, um dos ex-ministros falará em nome de todos para celebrar o aniversário.

Um dos fundadores e presidente de honra do PSDB, Fernando Henrique tem recebido diversas homenagens desde a semana passada. Por iniciativa do ex-ministro da Casa Civil, Clóvis Carvalho, um antigo amigo, a temporada de comemorações pelo seu aniversário neste sábado, dia 18, começou com um jantar para 500 convidados na tradicional Sala São Paulo.

Neste domingo, a Orquestra Sinfônica de São Paulo (Osesp) oferece um concerto às 11 horas em homenagem ao ex-presidente. Ao longo da semana, vários artigos na imprensa também fizeram homenagens ao ex-presidente.